segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sobre o último feriado





Finalmente tive tempo de escrever sobre uma visita que fiz a uma amiga, a Malú em Natal – RN. Estive lá no último feriado de finados e, meu Deus estou impressionada: quanta beleza! Natal é um deslumbre para os olhos não apenas pelas belezas naturais mas também pelas as ruas calçadas de pedra, as construções antigas e pelo povo calmo e prestativo. Não posso deixar de falar da miscigenação que você encontra nas ruas é o mundo todo em um só lugar: são brasileiros, holandeses, nipos, americanos, africanos, etc todos reunidos. São os olhos azuis do americano convivendo e se encantando com os olhos negros da potiguar. Tá certo rola o turismo sexual mas eu to falando do que é bom, do povo decente que existe e que vai ali pelas belezas naturais formando um mix cultural em Pipa que é muito gostoso de conviver.







Nas dunas de Genipabu fiquei tão deslumbrada que num descuido torci o dedão do pé mas mesmo assim ainda me diverti muito. Já em Pipa me senti num outro planeta com a calma e a aura tranqüila daquela vila (tive a impressão de que não existia passado e nem futuro só o agora, as horas e minutos não eram contados eu me senti numa enorme paz...) E o que dizer da Praia do Amor? Nenhum outro nome seria mais apropriado, se o amor fosse materializado na minha opinião talvez tivesse aquele aspecto físico. As Lagoas de água doce são outro atrativo muito bom com sua água gelada e calma o banhista que como eu, não soube nadar, aproveita um banho delicioso. Ou pratica atividades como andar de pedalinho, remo, mergulho a água é cristalina! O Morro do Careca mais parece uma brincadeira do criador de tão lindo que é. Quem for lá não pode deixar de conhecer o Forte dos Três Reis Magos é deslumbrante!







Os preços de Natal são muito acessíveis, sugiro o Mangai em Ponta Negra e Lampião Pipa ambos restaurantes self service com variado cardápio. Para a noite estive no DACK com música ao vivo, pessoas bonitas (meninas altos gatos) cerveja super gelada e um ótimo atendimento.






Primeiro eu agradeço a Deus por me permitir ver essas belezas naturais, depois à Malú: amiga muito obrigada por me receber... Lamento apenas que tenha ficado poucos dias aí... Mas enfim Tu tá enrolada vou voltar sempre!


Caros visitantes do meu blog como profissional do turismo eu recomendo Natal como destino de férias: as fotos vão falar por si só, as pessoas são muito amistosas e o atendimento nos bares e restaurantes é simplesmente impecável.




Tapiocas para todos e uma boa semana!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Continho sobre peças de roupas

Numa have eles se conheceram. Ela super sarada vestida com micro short acompanhado de uma blusa com um super decotão, ele também em forma calçava havaianas, bermudas e camisa. Era uma have o crepúsculo estava lindo tudo aconteceu às margens do Lago Paranoá, foi paixão a primeira vista.

Depois de um tempo juntos ele sugeriu "Amor você usa muitos decotes, isso é vulgar! Você nem é tão gata assim mas os seus decotes fazem os homens pularem em cima de você...! Apaixonada ela eliminou os decotes afinal ele só queria o seu bem.Dois meses de namoro e ele declarou "Bebê, acho que você deveria eliminar as minissaias e microshorts é por isso que toda festa que vamos todos te paqueram na minha frente... Você fica melhor de calças Mais uma vez resignada tentando fazer o amor dar certo e evitar brigas ela eliminou os shortinhos e as minis de sua vida... Três meses de namoro ele sugeriu novamente Gatinha é para o seu bem, pare de usar maquiagem... Eu prefiro você de cara limpa, assim você chama menos atenção acho que você fica melhor sem...Assim os caras param de te assediar

Não demorou muito ela percebeu que o assedio por parte dos outros continuava embora ela estivesse vestida como uma fleira, agora ele estava sugerindo que ela não pintasse mais o cabelo para que os outros parassem de assediá-la. Foi a gota d'agua largou o namorado ele a conhecera do jeito que era não tinha nada que ficar mudando sua personalidade. Afinal era bonita e por mais que tentasse chamar menos atenção, continuava sendo assediada e isso era gostoso. Voltou para os shortinhos e decotes que nunca a impediram de relacionar-se com alguém, maquiou-se e numa outra have conheceu um outro rapaz que a aceitou do jeitinho que sua personalidade era. Foi feliz por um tempo... Mas isso já é outro conto!

Tapiocas para todos!

Esse foi sem correção na hora do almoço!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pensamentos ocultos


Foto da biblioteca do Rayuela (Restaurante café na 412 sul de Brasília)





Outro dia no Rayuela enquanto saboreávamos um vinho, um conhecido (amigo de alguns amigos meus) que é um jovem empresário de sucesso daqui de Brasília comentou que estava feliz pois, apesar de sabermos que ele têm muito dinheiro, fazíamos questão de pagar a nossa parte na conta. E ele estava contente porquê percebia que gostávamos de sua companhia e não do seu dinheiro.

Por um lado fiquei comovida, achei louvável que ele reconhecesse que realmente é querido por nós, também achei curioso que ele não tenha noção de que é um rapaz muito agradável e que embora tenha muito estudo, seja bem nascido e até tenha morado fora do país não é arrogante (tem muita gente que não tem a metade do seu conhecimento/dinheiro e é muito arrogante) pelo contrário ele é uma pessoa simples e boa de papo, perfeito para boas risadas no bar. Por outro lado senti pena, pois penso que ele limita demais as relações dele deduzindo que só os que podem pagar a conta são seus amigos desconfiando de todos e ao mesmo tempo não percebendo nada... Talvez eu esteja enganada, mas penso que todas as relações são sempre trocas que podem ser de companhia, de afeto, de amor... E algumas são relações por interesse, muitas vezes o interesse nem é o dinheiro, pode ser a influência que um jovem empresário (como ele) tenha na cidade por exemplo. Para mim amizade é sim uma troca mas é além disso, é tipo poder contar com a pessoa, é ter momentos bons e ruins, é rir e chorar, é trair e perdoar (seres humanos são imperfeitos), é falar a verdade na cara, é saber ouvir, é quebrar o maior pau e depois fazer as pazes (quem nunca brigou com o melhor amigo??!! Eu já dei porradas em uma que me agradeceu muito depois, qualquer dia conto a estória) enfim amizade é muito além de risadas no bar e divisão matemática das contas de bar.

Não comentei nada na mesa pois as velas na mesa e o Beaujolais gelado com a carne ao molho madeira não deixavam nascer ali uma polêmica, o clima estava agradável demais para isso... Covardemente (ou sensatamente) preferi que o papo da galera continuasse sendo sobre os roteiros das viagens que fizemos ou faremos, mas confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha - Que adianta ter dinheiro se não se tem o prazer em dividi-lo? Olhei para o rapaz e vi nele aquele garoto o Kiko - do Chaves - que tem muitos brinquedos mas que não empresta nada a ninguém e mesmo considerando o Chaves um garoto super bacana, ele prefere brincar com o Nhônhô (filho do Seu Barriga) só porque este tem brinquedos.


Tapiocas para todos. Assim que eu baixar as fotos mostro um pouco do que vivi em Natal (RN) juro que foi difícil demais voltar para o cerrado... Lá é lindo! Eu recomendo!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pipoca





Então, ontem duas amigas que moram comigo e eu alugamos o filme “Ele simplesmente não está afim de você...” uma comediazinha romântica básicazinha. Assistindo e comendo pipoca comentávamos que o filme, que foi inspirado num livro homônimo, mostra coisas evidentes e tão claras e que muitas vezes não percebemos: o cara não ligou dã ele não está afim! O cara nunca pode sair com você dã ele não está afim! É tudo tão óbvio que parei para pensar sobre que essas afirmações tão óbvias viraram Best Seller e depois um filme.

Não li o livro, do filme posso dizer que diverte é bonitinho. Mas, entre uma gargalhada e outra percebi que apesar de engraçado também é meio vitimista (mulheres se fazendo de vítimas) pois só mostra o que os homens fazem com as mulheres. Mas e nós? Nunca damos foras? Você aí leitora não tem um carinha que sempre te liga e você sempre diz que está ocupada demais para sair com ele? E aquele menino que trabalha com você que baba tanto a ponto de ajudá-la sempre nas tarefas de trabalho atrasando o dele? Sem falar naquele colega da faculdade que sempre coloca o seu nome nos trabalhos que ele fez sozinho e assina o seu nome na chamada quando você falta aula? Lembrou né?

Fala a verdade, todas nós temos tipos assim em nossa vida e simplesmente não estamos afim deles...Se brincar fazemos até pior, já viram como as mulheres tratam os homens nas baladas? Tá muitos merecem chegam puxando os nossos cabelos e tals... Mas e os engraçadinhos e tímidos que a gente dá moral e depois esnoba só para satisfazer o ego?

Não é culpa nossa que não estejamos afim de alguém, não é culpa da pessoa que tenha ficado afim de nós. Ninguém é obrigado a satisfazer as espectativas de outrem. Penso que no fundo, no fundo os anseios dos homens e mulheres são muito semelhantes. E é claro que as mulheres conseguiram a revolução feminina queimando o sutiã em praça pública mas eu pergunto será que temos maturidade suficiente para reagiar e lidar como os homens? Francamente falando por mim, eu não tenho, não gosto de levar fora e sim ficarei deprimida se isso acontecer confesso que não foi gostar. Taí talvez uma boa explicação do atitudes tão claras nos relacionamentos homem + mulher terem virado um Best Seller e depois ir parar em Hollywood: falta de maturidade da mulher para entender que também pode ser rejeitada.

Tapiocas para todos e um ótimo final de semana!

PS.: Foi sem correção na hora do almoço...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Infortúnios da vida moderna - três dias parcialmente sem celular






No último sábado, início de feriado prolongado, fui convidada por uma amiga de amigo do dono da casa para um churrasco na área mais nobre aqui de Brasilia. Cheguei como penetra e logo fiquei amiga de infância de todo mundo. Sentados a beira da piscina tomando aquela cervejinha, House tocando na alta e a gente planejando de irmos todos juntos assistir os jogos olímpicos no Rio em 2016, porquê alguém tem um apartamento em Copacabana. O papo corria solto, quando de repente alguém derramou cerveja no meu celular... Não dei pitti mesmo porquê naquele estágio em que estávamos qualquer coisa era motivo para piada, colocamos o aparelho para secar no sol e a tarde transcorreu muito agradável.

No dia seguinte após passar o secador no aparelho, liguei e fiquei impressionada, pois o danado ainda funcionava parcialmente, ou seja, estava recebendo ligações porém o visor ficou queimado e eu não consigo ver nada, agenda, fotos, sms... Não sei se algum de vocês já passou por isso mas é muito esquisito não sabermos quem está nos ligando ou não poder ligar e ler as os sms´s para mim foi um martírio:

O início do sofrimento: logo que liguei o celular o alarme de mensagens escritas recebidas tocou, não uma mas diversas vezes. Resumindo algumas pessoas tinham ligado ou mandando mensagem e eu não conseguia saber quem eram... E a curiosidade que me bateu foi terrível: Quem foi? Será que é algo importante? Será aquele gatinho da festa da Lily? Será alguma amiga chamando para uma festa? Será alguma notícia boa? Será que aquela reserva foi confirmada?

Sem falar nos micos que a gente paga com um celular que não identifica a chamada, ligou um amigo do ensino médio que fazia tempos que eu não falava com aquela pergunta constrangedora “você sabe quem está falando né?” é claro eu não reconheci a voz e pedi “Dê uma dica...” ele deu eu errei o nome; ele ficou chateado, não acreditou na minha estória e disse que eu nunca tive seu número salvo no meu celular... Enfim to até publicando a estória para ver se me redimo...

Na agenda do meu antigo celular tinha alguns números salvos com “JAMAIS ATENDER...” isso mesmo, o intuito é exatamente o que diz. É para aquelas que aquelas pessoas que a primeira impressão não é a que fica, quem nunca passou por isso? (qualquer dia escrevo sobre isso...). Um desses números me ligou putz falar com quem você não quer falar não é nada legal, falar com quem você está fugindo é F#$%¨&* e justificar porquê eu sumi... Porquê isso... Por quê aquilo é F$%¨&#* E justificar porquê não sei mais quem é a pessoa é pior ainda... Sem ser mal educada é estranho, eu sempre preferi ignorar.

Durante esses dias teve mais um episódio ridículo: Um outro um amigo, o Rubinho, telefonou e conversamos por um longo tempo, imediatamente após terminar a ligação com esse amigo o telefone tocou de novo e eu atendi “Oi Rubinho...” pensando ser o mesmo da ligação anterior mas não era... Era um alguém muito querido e foi complicado até eu explicar que rabo de porco não é parafuso... As vezes as pessoas enxergam nó em pingo de água mas eu contornei... Né?

E por ultimo o pior dos martírios: Imagine-se num feriado prolongado querendo comunicar-se e sem ter a agenda de telefones é F#$%¨&*#$% confesso que senti saudades do tempo em que eu tinha um livrinho com a lista de telefones, a boa e velha caderneta!
Juro agora aqui, perante todos os que lerem esse texto que vou comprar uma e os próximos números serão salvos no celular e na caderneta!


Enfim, agora já estou com um novo aparelho e o número continua o mesmo. Quando coloquei o chip no novo aparelho descobri que não salvou a agenda e nem as mensagens que recebi no feriado prolongado, segundo o atendente da loja tudo fica armazenado no aparelho e não no chip a menos que você faça um download que eu não fiz... Resumindo nunca vou saber se aqueles sms eram “saudades” “Vamos tomar um sol” “vamos para um barzinho” ou "Vá p a @#$%"... Mas eu sobrevivo! Hor curiosidade!!!

Na hora do almoço, sem correção.

Tapiocas para todos!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Os humanos e as baratas







Imagine que você precisa atravessar a rua, olha para um lado depois para o outro tudo tranqüilo no momento em que vai atravessar a rua, vem um carro em alta velocidade e passa por cima de você... Ou quem sabe vocês está no avião e de repente uma nuvem quebra a asa você cai no chão ou mar esmagado pelas ferragens... Ou melhor você está lá nas Filipinas curtindo suas férias sendo servido pelo garçom naqueles bangalôs luxuossísimos quando de repente vem uma tsunami alaga tudo, derruba o bangalô em cima de você e tu morre... Ou melhor na Índia durante tua visita aos templos uma tempestade mata você. Porquê você é tão insignificante quanto uma barata essa que é a verdade. Seres humanos, seres inteligentes e superiores? Até que ponto?

Porquê estou falando disso? Porquê estou realmente tocada com os acidentes (ambientais, naturais) que têm acontecido. Porquê fico me perguntando para quê tanta ostentação, tanto querer ser melhor que os outros? Para quê sentar num lugar e tirar onda que usa um anel de brilhantes super raro? Brilhantes esses que custaram horas e horas de alguém muito miserável numa jazida para encontrar uma pedra rara e vendê-la por uma ninharia e alguém transformar num anel ou colar caríssimo para ser ostentado, vi essa semana na TV uma moto banhada a ouro, alguém pode me explicar qual é a utilidade disso?

Talvez eu seja muito simplista, nunca fui fã de jóias (aliás quem quiser me dar um presente caro, por favor me dê uma viagem para qualquer destino) acho uma ostentação desnecessária pois quem é bonito(a) de verdade, fica lindo(a) é nu(a). E, cada vez mais tenho sentido que somos baratas enfeitadas prestes a sofrer um pisão a qualquer momento. O pessoal que estava fazendo turismo nas Filipinas morreu do mesmo jeito que o pessoal que os servia. Todos morrem o que realmente importa é como você passa as horas aqui, se faz diferença para alguém (conhecido ou desconhecido) ou se é mesmo só uma barata ornamentada esperando o pisão finalmente acontecer e ostentando o sofrimento alheio. Além é claro da corrupção que existe no mundo, uns sempre querendo se dar bem em cima dos outros... O que difere os seres humanos das baratas é que ela nunca são vítimas da mesma espécie.
Eu queria ter escrito um texto mais alegre... Mas é que tem dias que a gente fica mais constrangida com essas coisas e com toda a miséria humana que existe por aí.

Tapiocas para todos!


Ps: Sem correção na hora do almoço...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sobre o eu te amo

Semana passada, reencontrei alguém de quem gostei tanto tanto tanto... Ficamos um tempo juntos e sei que por algum motivo ou motivo nenhum ele não sentiu a coisa na mesma proporção que eu... Curiosamente essa semana, reencontrei alguém que me disse “Eu te amo!” e eu não pude retribuir por algum motivo ou motivo nenhum... Comecei a refletir sobre minhas experiências e o que tenho vivido, lembrei-me de certas declarações que recebi e de como reagi.

A primeira vez que ouvi foi aos seis anos, um garotinho lindo filho da cozinheira dos peões da fazenda trouxe uma manga de vez (meio verde meio madura) e disse “Eu te amo!” peguei a manga e saí correndo com o coração batendo e vermelha de vergonha... Aquela foi a declaração mais linda que já recebi... Quando lembro me emociono com a sensibilidade daquele moleque, sabia que era a minha fruta favorita do jeito que eu gostava de vez. Voltei para a cidade com nove anos nunca mais o vi. Estará vivo?

Uma outra vez que ouvi foi aos dezenove anos, um namorado e eu assistíamos os Simpsons e entre uma gargalhada e outra ele disse “Eu te amo...” bem baixinho eu continuei rindo não sabia o que fazer naquele momento...

A ultima vez foi há pouco tempo um amigo que acabei tendo um affer me disse “Eu te amo...” e me pediu em casamento minha reação foi “
você precisa viajar... Ir nesses shows de axé beijar muitas garotas, conhecer o mundo, participar de orgias, você precisa curtir a vida... Você ama a idéia de me amar, mas você não me ama...
Ele respondeu “você acha que não é possível que te amem? Acha que não merece o amor que alguém sente por você?” Confesso que fiquei pasma e sem reação saí de perto triste, não sabia o que fazer eu não sabia como retribuir...

A questão toda é, como reconhecer o amor? Como ter coragem para se dar ao amor que nos é oferecido? Estamos prontos para isso? Iremos sempre colocar um obstáculo?
Não é engraçado que se ganharmos uma viagem com tudo pago a algum lugar desconhecido que sonhamos conhecer não pensamos duas vezes e vamos? Eu por exemplo (se alguém me der a EUROPA eu largo emprego, família, amigos e vou... aliás alguém se habilita?? rsrsrsrsrs)
No entanto no amor, a gente pondera, a gente mede, a gente adia... Embora o deseje tanto tanto... Ou será que para algumas pessoas a coisa funciona assim: João que gostava de Maria que gostava de Eustáquio que amava Josefa que era louca por Adones que amava Júlio? (não sei a ordem do poema de Carlos Drumond mas a idéia é essa...)

Ao som de Frejat me despeço meio encabulada... Tapiocas para todos



Semana passada, reencontrei alguém de quem gostei tanto ficamos um tempo juntos e sei que por algum motivo ou motivo nenhum ele não sentiu a coisa na mesma proporção que eu... Curiosamente essa semana, reencontrei alguém que me disse “Eu te amo!” e eu não pude retribuir por algum motivo ou motivo nenhum... Comecei a refletir sobre minhas experiências e o que tenho vivido, lembrei-me de certas declarações que recebi e de como reagi.

A primeira vez que ouvi foi aos seis anos, um garotinho lindo filho da cozinheira dos peões da fazenda trouxe uma manga de vez (meio verde meio madura) e disse “Eu te amo!” peguei a manga e saí correndo com o coração batendo e vermelha de vergonha... Aquela foi a declaração mais linda que já recebi... Quando lembro me emociono com a sensibilidade daquele moleque, sabia que era a minha fruta favorita do jeito que eu gostava de vez. Voltei para a cidade com nove anos nunca mais o vi. Estará vivo?

Outra vez que ouvi foi aos dezenove anos, um namorado e eu assistíamos os Simpsons e entre uma gargalhada e outra ele disse “Eu te amo...” bem baixinho eu continuei rindo não sabia o que fazer naquele momento...

A ultima vez foi há pouco tempo um amigo que acabei tendo um affer me disse “Eu te amo...” e me pediu em casamento minha reação foi “você precisa viajar... Ir nesses shows de axé beijar muitas garotas, conhecer o mundo, participar de orgias, você precisa curtir a vida... Você ama a idéia de me amar, mas você não me ama... Ele respondeu “você acha que não é possível que te amem? Acha que não merece o amor que alguém sente por você?” Confesso que fiquei pasma e sem reação saí de perto triste, não sabia o que fazer eu não sabia como retribuir...

A questão toda é... Como reconhecer o amor? Como ter coragem para se dar ao amor? Estamos prontos para isso?
Não é engraçado que se ganharmos uma viagem com tudo pago a algum lugar desconhecido que você sonhamos conhecer não pensamos duas vezes e vamos?
No entanto no amor, a gente pondera, a gente mede, a gente adia... Embora o deseje tanto tanto...

Ao som de Frejat me despeço meio encabulada... Tapiocas para todos



Semana passada, reencontrei alguém de quem gostei tanto ficamos um tempo juntos e sei que por algum motivo ou motivo nenhum ele não sentiu a coisa na mesma proporção que eu... Curiosamente essa semana, reencontrei alguém que me disse “Eu te amo!” e eu não pude retribuir por algum motivo ou motivo nenhum... Comecei a refletir sobre minhas experiências e o que tenho vivido, lembrei-me de certas declarações que recebi e de como reagi.

A primeira vez que ouvi foi aos seis anos, um garotinho lindo filho da cozinheira dos peões da fazenda trouxe uma manga de vez (meio verde meio madura) e disse “Eu te amo!” peguei a manga e saí correndo com o coração batendo e vermelha de vergonha... Aquela foi a declaração mais linda que já recebi... Quando lembro me emociono com a sensibilidade daquele moleque, sabia que era a minha fruta favorita do jeito que eu gostava de vez. Voltei para a cidade com nove anos nunca mais o vi. Estará vivo?

Outra vez que ouvi foi aos dezenove anos, um namorado e eu assistíamos os Simpsons e entre uma gargalhada e outra ele disse “Eu te amo...” bem baixinho eu continuei rindo não sabia o que fazer naquele momento...

A ultima vez foi há pouco tempo um amigo que acabei tendo um affer me disse “Eu te amo...” e me pediu em casamento minha reação foi “você precisa viajar... Ir nesses shows de axé beijar muitas garotas, conhecer o mundo, participar de orgias, você precisa curtir a vida... Você ama a idéia de me amar, mas você não me ama... Ele respondeu “você acha que não é possível que te amem? Acha que não merece o amor que alguém sente por você?” Confesso que fiquei pasma e sem reação saí de perto triste, não sabia o que fazer eu não sabia como retribuir...

A questão toda é... Como reconhecer o amor? Como ter coragem para se dar ao amor? Estamos prontos para isso?
Não é engraçado que se ganharmos uma viagem com tudo pago a algum lugar desconhecido que você sonhamos conhecer não pensamos duas vezes e vamos?
No entanto no amor, a gente pondera, a gente mede, a gente adia... Embora o deseje tanto tanto...

Me despeço meio encabulada... Tapiocas para todos